Tempestades mais intensas, episódios de chuva concentrada em poucas horas e vento forte deixaram de ser acontecimentos excecionais em Portugal. De acordo com o IPMA, o inverno de 2025/26 foi um dos mais chuvosos dos últimos 30 anos, com especial destaque para a tempestade Kristin. Resultante de um processo de ciclogénese explosiva, esta depressão provocou rajadas superiores a 150 km/h e volumes de precipitação entre 300% e 400% acima da média em diversas regiões do país.
Em Portugal, apenas 53% das casas têm seguro multirriscos habitação e 49% das habitações expostas à tempestade Kristin não tinham cobertura para tempestades ou inundações.
Este novo enquadramento climático levanta uma questão simples, mas fundamental: Estarão as nossas casas preparadas para enfrentar o impacto crescente destes fenómenos extremos?