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China: Missão 5 anos

China: Os próximos 5 anos

O país mais poluidor do mundo vai revelar plano económico para os próximos 5 anos.

Será dado privilégio aos interesses das potências económicas ou será iniciado um novo rumo de crescimento menos baseado na produção de carbono?

 

De cinco em cinco anos o Partido Comunista Chinês planeia uma revolução económica. Em 2010, Pequim irá decidir o futuro da economia chinesa entre 2011 e 2015. Será que o 15º plano de cinco anos contemplará uma revolução ecológica?

 

A China não é só o maior poluidor do mundo mas também o maior exportador, o maior mercado de automóveis e, em breve, a segunda maior economia mundial. O caminho que a China escolher será seguido por muitos outros países.

 

Existem razões para acreditar que a China opte por uma solução mais ecológica. Pequim reconhece que o país está a sofrer os efeitos da seca, das cheias e das doenças geradas pelas mudanças climáticas e pela poluição. Por estes motivos pretende diversificar as suas reservas de energia e liderar o mundo no que respeita a tecnologia ecológica.

 

O plano de cinco anos chinês de 2006 previa, até ao final deste ano, um corte de 20% na intensidade das emissões de carbono por unidade de GDP. Pequim diz que o plano decorre sem alterações e que pretende cumprir o acordo anunciado em Copenhaga de, até 2020, reduzir entre 40 a 45% a intensidade das suas emissões de carbono.

 

A China dedicou um terço do seu colossal pacote de estímulos fiscais às energias renováveis. No entanto, as suas políticas promovem o crescimento económico acima de qualquer outra prioridade. Na cimeira de Copenhaga o país não concordou com alguns cortes de emissões de CO2 em determinadas áreas.

 

A intensidade das emissões de carbono na China é muito elevadas, comparando com outros países. Um estudo da McKinsey afirma que, a continuar como está, as emissões de carbono deverão duplicar até 2030. Estes valores dependem muito do nível de ambição que a China colocará no seu plano para os próximos cinco anos.

 

Mais informação em: Allianz Knowledge

            05/03/2010

 
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